Repetitivo,
paneleirice,
a minha,
exaustivo a contar,
que, não, a levar,
antes fosse!
Queres nessa cona,
não é, puta?
e com ele de fora,
fazendo jus do seu material,
Aguenta-lo?
avantajado era,
mas a pergunta,
não era para ter resposta,
antes para evidenciar o macho,
não fosse eu aperceber-me,
resposta, não esperou,
à bruta o encavou,
gritei,
Ai, foda-se!
Ai fodo, fodo!
e continuou a foder-me,
só retirando o caralho,
quando preste a vir-se,
camisinha posta fora,
sobre mim, se esporrou,
Não me digas
que não gozaste,
puta!
e a coisa ficou por aqui.
Dia a dia,
visível, homem,
já menos visível,
nem tem que o ser,
paneleiro,
o prazer em dar o cu,
e dou-o, sim,
e homem continuo.
Ele que se senta ao meu lado,
olhos nele,
toalha aberta,
à vista posto,
deslumbrante caralho,
e ele, desafiando,
Queres tirar-lhe a medida?
Queres ver se, todo na boca, te cabe?
Queres sentir até que ponto do cu te vai?
tudo isso desejava,
até aberto ao mais a que me levasse,
medido foi,
todo na boca coube,
bem no fundo do cu o senti,
e com que gozo lhe ouvi,
os urros, ao esporrar-se!
Não,
não é,
por falta de caralho
que se veja
e tesão que o entesoe,
sim,
comigo,
isso acontece,
mas,
em muitos outros,
lá está,
bem à vista,
belo e tesudo caralho,
e no entanto,
muito prazer têm,
em dar o cu.
A enrabarem-me
e vai de me dizerem,
Sua puta!
até que bate certo,
não andasse eu no engate,
naqueles preparos,
e de um engatado,
fodido que sou,
logo ir por outro,
ui, que me digam puta,
com que gozo me dou!
Soubesse desde sempre o que sei hoje e não me imaginaria a fazer outra coisa, que não, ser fodido, porque isto, de me querer enrabad...